Dormir de bruços faz mal para a pele? Veja o que acontece
Você já acordou com aquela marca profunda no rosto que demora horas para sumir? Acontece que a nossa posição na hora de dormir tem um impacto muito maior na pele do que imaginamos. Quando passamos horas com o rosto pressionado contra o travesseiro, criamos uma fricção e um amassamento constante que cobram o seu preço com o tempo.
O principal efeito colateral desse hábito é o surgimento precoce de rugas e linhas de expressão, especialmente na testa e nas bochechas. Como a pele fica dobrada e comprimida durante toda a noite, as fibras de colágeno vão sofrendo pequenas quebras estruturais. O famoso bigode chinês — aquele vinque que vai do nariz ao canto da boca — também entra direto nesse pacote, tornando-se mais evidente com a repetição diária desse movimento.
Além das marcas de expressão, a fricção contra o travesseiro pode favorecer o aparecimento de acne, já que o tecido costuma acumular oleosidade, suor e resíduos de produtos capilares que acabam transferidos para o rosto.
Para quem quer manter a pele lisinha por mais tempo, a dica de ouro dos dermatologistas é tentar migrar para a posição de barriga para cima. Se for muito difícil mudar de costume, investir em fronhas de cetim ou seda já ajuda bastante, pois esses tecidos reduzem drasticamente o atrito e evitam que a pele fique tão marcada ao longo da noite.
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