As redes sociais que não vingaram no Brasil em 2023
Enquanto o TikTok continua em ascensão e o Instagram mantém seu reinado nas curtidas dos brasileiros, algumas redes sociais tentaram espaço — mas não conseguiram conquistar o público por aqui. Confira cinco plataformas que, apesar das expectativas, ainda não emplacaram no Brasil.
Koo, por exemplo, chegou com força como uma alternativa indiana ao Twitter. Com ideia de promover liberdade de expressão e menos moderação, a plataforma atraiu alguns países, mas no Brasil mal deixou rastro. Apesar de ter sido adotada por alguns políticos internacionais, não ressoou com o usuário médio brasileiro, que segue fiel ao formato tradicional do microblogging.O Threads, da Meta, teve um dos lançamentos mais esperados do ano. Em questão de dias, alcançou milhões de usuários mundo afora. No entanto, no Brasil, a curiosidade inicial não se transformou em uso diário. Muitos baixaram por impulso, mas voltaram ao costumeiro rolagem no Instagram e no X (antigo Twitter).
Outro caso foi o TikTok Now, app derivado do fenômeno chinês, que incentivava vídeos curtos de autenticidade e "vida real". Apesar da proposta interessante, a plataforma foi descontinuada em 2023, mostrando que nem tudo o que vem do TikTok tem sucesso garantido.
Outras plataformas, como Discord (mais focado em comunidades de jogos) e MeWe (redescoberta por grupos políticos), também têm nichos restritos. Mas, fora desses círculos, mal são lembradas.
No fim das contas, o brasileiro é exigente: adota rápido, mas abandona mais ainda. Para vingar por aqui, não basta ser nova — tem que entregar valor real, identidade e, claro, aquele toque de diversão.
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