As piores bebidas brasileiras segundo ranking

Um levantamento recente apontou quais são as bebidas mais criticadas no Brasil, com base em notas atribuídas por consumidores. No topo da lista das menos bem avaliadas está a catuaba, com uma nota média de 3,1 — a mais baixa entre as analisadas. Trata-se de um licor doce, geralmente feito com extrato de árvores nativas, açúcar e cachaça, conhecido por seu sabor forte e textura adocicada em excesso.

Na sequência aparece a cachaça, com 3,7, seguida de perto por outras bebidas regionais como a cajuína, o tucupi e o suco industrializado Caju Amigo, todos com 3,8. O tucupi, derivado do cozimento da mandioca-brava e típico da culinária paraense, é rico em sabor, mas pode ser desafiador para quem não está acostumado ao seu gosto ácido e picante. Já a cajuína, apesar de ser uma bebida não alcoólica feita de suco de caju, divide opiniões por sua consistência e doçura artificial.

Outras bebidas alcoólicas também aparecem no ranking, como a caipiroska (3,9), uma variação da caipirinha feita com vodca, e o quentão, também com nota 3,9. O quentão, tradicional nas festas juninas, é uma mistura quente de cachaça, cravo, canela, gengibre e açúcar. Apesar do apelo cultural, muitos o consideram enjoativo ou muito forte.

Vale lembrar que o gosto é subjetivo, e bebidas mal avaliadas por alguns são queridinhas em outras regiões. O que para uns é “a pior bebida”, para outros pode ser um símbolo de tradição e sabor autêntico.

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