Pressão Alta: Qual é Mais Perigosa, a Máxima ou a Mínima?

Quando falamos sobre pressão arterial, muitas pessoas se confundem sobre o que significam os dois números. O primeiro é a pressão sistólica (máxima) e o segundo, a diastólica (mínima). A dúvida comum é: qual dos dois é mais perigosa quando está alta?

A pressão diastólica — a mínima — quando constantemente acima de 80 mmHg, especialmente se ultrapassar 90 mmHg, já é um sinal de alerta. Isso indica que o coração está trabalhando sob pressão mesmo em repouso, entre as batidas. Esse esforço contínuo pode, ao longo do tempo, danificar artérias, o coração e outros órgãos vitais.

Embora a pressão sistólica (máxima) também precise ser monitorada, especialmente com o avanço da idade, a diastólica alta por si só já aumenta o risco de hipertensão. E a hipertensão, muitas vezes silenciosa, é uma das principais causas de doenças cardíacas, derrames e problemas renais.

O perigo está justamente no fato de muitas pessoas não sentirem sintomas. Por isso, medir a pressão regularmente é essencial. Evitar o excesso de sal, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e controlar o estresse são medidas simples, mas eficazes, para manter a saúde do coração.

Prevenir é sempre melhor — e mais seguro — do que tratar. Cuidar da pressão mínima não é só questão de números: é um compromisso com a qualidade de vida.

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