A relação entre a frequência e a altura do som

Você já parou para pensar no que diferencia a voz fina de um cantor soprano do tom profundo de um contrabaixo? A resposta está na frequência das ondas sonoras. Na acústica, a frequência representa a quantidade de vibrações que uma onda realiza a cada segundo, medida em Hertz (Hz).

Existe uma regra simples para entender como percebemos os ruídos ao nosso redor: quanto maior for a frequência de uma onda sonora, mais agudo será o som. Na linguagem científica, esse tom agudo é chamado de som alto. É por isso que instrumentos pequenos, como o flautim ou o violino, produzem notas elevadas e estridentes ao vibrarem rapidamente.

Em contrapartida, quando as vibrações ocorrem de maneira mais lenta, a frequência cai. Quanto menor for a frequência das ondas sonoras, mais grave será o som, que recebe o nome de som baixo. O ronco de um motor pesado ou o som de um trovão são exemplos claros de frequências baixas em ação.

Vale lembrar que, no estudo do som, os termos "alto" e "baixo" não têm relação com o volume do áudio, mas sim com o tom. O volume depende da intensidade da onda, enquanto a altura depende exclusivamente da frequência. Compreender essa diferença nos ajuda a entender desde o funcionamento dos nossos ouvidos até a reprodução de áudios em equipamentos do dia a dia.

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