Os passaportes mais poderosos do mundo em 2024 e onde o Brasil se posiciona
Em 2024, o Índice de Passaportes Henley continua sendo a referência global para medir a liberdade de viagem concedida por cada documento nacional. O ranking leva em conta a quantidade de destinos que um cidadão pode visitar sem necessidade de visto prévio.
O passaporte espanhol lidera a lista, permitindo acesso a 194 países. Empatados na segunda posição estão Finlândia, Coreia do Sul e Suécia, todos com 193 destinos acessíveis. A disputa pelas primeiras posições reflete o peso da política externa, acordos bilaterais e estabilidade econômica de cada nação.
Países como França, Alemanha, Itália e Japão seguem entre os mais fortes, com pontuações próximas ao topo. Já os Estados Unidos, que em décadas passadas dominavam o ranking, hoje aparecem um pouco mais abaixo, com acesso a 188 países — ainda assim, uma vantagem significativa em termos globais.
Quanto ao Brasil, o país ocupa uma posição intermediária no índice. Seu passaporte permite a entrada em cerca de 171 países, o que representa uma boa mobilidade, especialmente na América do Sul e em parte da Ásia e Europa. No entanto, cidadãos brasileiros ainda precisam de visto para importantes destinos como Canadá, Austrália e alguns países europeus fora do espaço Schengen.
O ranking mostra que, embora o Brasil não esteja entre os líderes, mantém uma posição estável. A tendência mundial aponta para uma crescente competitividade entre nações em políticas de isenção de vistos, algo que pode beneficiar viajantes brasileiros no futuro — especialmente com acordos comerciais e diplomáticos em andamento.
Para muitos, o passaporte é mais do que um documento: é um indicador de liberdade. E em 2024, a corrida pela mobilidade global continua acirrada.
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