Nota de R$ 1 pode valer quase R$ 200 para colecionadores

Quem guarda uma nota de R$ 1 emitida em 1996 pode ter mais do que uma simples lembrança na carteira. Dependendo das características, esse pequeno pedaço de papel pode valer até R$ 195 — bem longe do valor nominal. A cédula em questão é a primeira versão do real após a estabilização da economia brasileira, lançada logo no início do plano real, e se tornou rara com o tempo.

Segundo especialistas em numismática, o valor de revenda depende basicamente da raridade e do estado de conservação. A nota de R$ 1 de 1996, assinada por Pedro Malan, ministro da Fazenda na época, e pelo então presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, é especialmente cobiçada. Como foi substituída rapidamente por moedas e teve circulação curta, poucos exemplares sobraram em boas condições.

“Para quem coleciona, cada detalhe conta: a série, o número de série, a assinatura dos responsáveis e, claro, se a nota está nova ou com marcas de uso”, explica um entusiasta do mercado de cédulas raras. Mesmo fora dos grandes centros, há grupos de colecionadores que trocam e avaliam papéis antigos, muitas vezes descobrindo verdadeiras “joias” em caixas de lembranças ou heranças familiares.

Se você tem uma dessas cédulas guardadas, vale a pena conferir a data de emissão, as assinaturas e o estado geral antes de se desfazer dela. Em bom estado, ela pode valer muito mais do que seu valor facial. Quem sabe aquela nota esquecida na gavilha não é um pequeno tesouro?

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